terça-feira, 14 de julho de 2015

PROCURE APRENDER BRINCANDO

                 
               VOCÊ PODE TRANSFORMAR O CHATO EM UMA COISA LEGAL

     Tem muita gente que acha estudar uma coisa chata né? Kkkkk. E pra falar a verdade, às vezes é mesmo. Ainda bem que existe uma forma da gente transformar chatice em diversão. Como? Usando a criatividade e a imaginação.
     Para começar eis um link bem legal de um site que tem vários jogos para a gente brincar de estudar português: https://portuguesembadajoz.wordpress.com/2008/05/22/jogos-interactivos-de-lingua-e-cultura-portuguesa-aprender-brincando 
     Dá uma olhada lá e vê se é bom mesmo? Depois, vem aqui e diz pra gente vlw? Abração galerinha :D :)

UM CONTO POPULAR CURTO

                    A PERIGOSA YARA

     Ao cair de todas as tardes, a Yara, que mora no fundo das águas, surge de dentro delas, magnífica. Com flores aquáticas enfeita os cabelos negros e brinca com os peixinhos de escapole-escapole. Mas no mês de maio ela aparece ao pôr do sol para arranjar noivo.
     As mães se preocupam com seus filhos varões, sabedoras de que a Yara quer noivos. Mas para os filhos, Yara é a tentação da aventura, pois há rapazes que gostam de perigo. À medida que a Yara canta, mais inquietos e atraídos ficam os moços, que, no entanto, não ousam se arriscar.
     Sim, mas houve um dia um Tapuia sonhador e arrojado. Pensativamente estava pescando e esqueceu-se de que o dia estava acabando e que as águas já se amansavam. Foi quando pensou: acho que estou tendo uma ilusão. O Tapuia teve o medo que todo o mundo tem das sereias arriscadas - largou a canoa e correu a abrigar-se na taba.
     Mas de que adiantava fugir, se o feitiço da Flor das Águas já o enovelara todo? Lembrava-se do fascínio de seu cantarolar e sofria de saudade.
     A mãe do Tapuia adivinhara o que acontecia com o filho: examinava-o e via nos seus olhos a marca da fingida sereia.
     Enquanto isso, Yara, confiante no seu encanto, esperava que o índio tivesse coragem de casar-se com ela. Pois - ainda nesse mês de florido e perfumado maio - o índio fugiu da taba e de seu povo, entrou de canoa no rio. E ficou esperando de coração trêmulo. Então - então a Yara veio vindo devagar, devagar, abriu os lábios úmidos e cantou suave a sua vitória, pois já sabia que arrastaria o Tapuia para o fundo do rio.
     Os dois mergulharam e adivinha-se que houve festa no profundo das águas. As águas estavam de superfície tranquila como se nada tivesse acontecido. De tardinha, aparecia a morena das águas a se enfeitar com rosas e jasmins. Porque um só noivo, ao que parece não lhe bastava.
     Esta história não admite brincadeiras. Que se cuidem certos homens.

                         LISPECTOR, Clarice. Como nascem as estrelas: doze lendas brasileiras. Rio de Janeiro: Rocco, 1987. p. 6-8

                                        

quarta-feira, 1 de julho de 2015

DUAS VERSÕES PARA A MESMA HISTÓRIA

                
            MATA-SETE OU DOM CAIO

     Queridas e queridas muitas vezes não precisamos escrever uma coisa totalmente nova não, basta mudar alguns elementos na história e temos uma história totalmente nova. Veja os exemplos abaixo:

     Audio da leitura tradicional deste conto


     Audio da leitura lúdica desse conto sem edição. Muito show


               MATA-SETE

     Era uma vez, um alfaiate muito pobre e muito medroso. Um dia estava ele costurando e sendo importunado pelas moscas. Deu uma pancada com a mão em cima da mesa e reparou que havia matado sete moscas de uma vez. Ficou radiante e escreveu numa tábua:
- "Mata sete de uma vez - e pregou o letreiro na porta.
     Sucedeu que o rei soube dessa fama e mandou chamar o alfaiate, que foi tremendo de medo. Lá chegando, o rei perguntou se era verdade que ele matava sete num golpe e, ouvindo a resposta do rapaz, disse que queria que provasse sua valentia.
     Na floresta, moravam dois gigantes que viviam matando quem passava por perto. O rei mandou que Mata-sete fosse prender os dois gigantes. Mata-sete foi em procura dos gigantes, mais morto do que vivo, e assim que ouviu as pisadas dos dois, escondeu-se bem escondido. Os dois gigantes chegaram muito cansados e estiraram-se na sombra de umas árvores para dormir. O Mata-sete assim que viu os dois agarrados no sono, apanhou uma pedra e atirou com bem força na cabeça de um deles. O gigante acordou, passou a mão na cabeça, olhou para todos os lados e continuou no sono. Vai o Mata-sete e joga outra pedra no segundo gigante. Este fez o mesmo, mas não vendo vivalma dormiu de novo. Mata-sete repetia a pedrada. O gigante acordou e balançou o companheiro com toda vontade, protestando contra aquela brincadeira bruta de bater com uma pedra na cabeça dele. O outro defendeu-se acusando o amigo. Aquietaram-se, mas o Mata-sete seguiu atirando pedras ora num e ora noutro e os dois gigantes terminaram zangados, discutindo, e agarram-se numa luta de morte, caindo pelos barrancos, derrubando árvores, até que ficaram cobertos de sangue e quase mortos. Mata-sete tirou a espada de um gigante e acabou de matar os dois grandões, levando as orelhas para mostrar ao rei, que o festejou muito.
     Não satisfeito, o rei mandou que Mata-sete trouxesse o touro bravio que não deixava pessoas alguma passar por perto da cidade. Mata-sete foi morrendo de medo, mas não tinha outro jeito. Chegou numa campina e avistou o touro, um bicho enorme e feroz que correu imediatamente para cima do rapaz. Mais que depressa, o Mata-sete se colocou diante de uma árvore e esperou o touro fazendo toda sorte de gestos. Quando o touro estava pega não pega, Mata-sete rodou para trás da árvore e o touro deu tamanha cabeçada que ficou desacordado no chão. Mata-sete amarrou-o bem amarrado e correu para avisar o rei do que tinha feito.
     Havia uma onça que devorava quase todo o gado. O rei mandou o Mata-sete prender a onça. Mata-sete ficou certo que desta vez morria no dente da onça. Escolheu um canto no mato e fez uma casinha de troncos de paus, amarrados com cipós. Abriu uma porta na frente e outra estreitinha, atrás, com uma tranca por fora. Pegou uma ovelha e deixou na frente da casinha, escondendo-se dentro da sala. Lá para as tantas a onça apareceu farejando a ovelha. Mata-sete puxou o bicho para dentro e a onça, para não perder a caça, foi entrando devagar. Assim que ela entrou, o rapaz correu e saiu pela porta de trás e fazendo a volta fechou a da frente, deixando a onça presa, urrando de raiva.
     O rei ficou certo da coragem de Mata-sete, mas querendo dar-lhe a mão da princesa achou de bem que ele fosse comandar nas guerras com outro rei. Mata-sete montou o cavalo e, como se este fosse árdego, arrancou numa carreira doida, levando o rapaz agarrado nas crinas. Na carreira em que ia, o cavalo pulou o muro do cemitério e o Mata-sete caiu como uma trouxa lá dentro. A briga era do lado de fora e quando o Mata-sete saiu do cemitério correndo, assombrado, os soldados inimigos tomaram-no por um fantasma e debandaram como coelhos, dando a vitória aos outros, que trouxeram Mata-sete de charola até o palácio do rei.
     A princesa já queria mesmo casar com o rapaz, mas o rei não se resolvia e mandou dez soldados prenderem Mata-sete e sacudirem ele fora do reino. Mata-sete vivia esperando uma maldade, por isso viu os dez soldados subindo a escada para o quarto onde ele estava. Fez que estava dormindo e falando alto.
     Vida triste! Inferno! Acabo aleijado por não brigar! Não aparece quem queira lutar comigo! Diabo! Se aparecesse agora um grupo de soldados era uma beleza! Uns dez soldados que eu matasse de um golpe acalmavam meu gênio!
     Os soldados que ouviram essas palavras voaram escada abaixo e foram contar tudo ao rei. Este, vendo que Mata-sete era mesmo valente, deu a filha a casamento e foram os dois muito felizes, vivendo no meio de festas.

                    História contada por Benvenuta de Araújo, de Natal, Rio Grande do Norte. (CASCUDO, Luís da Câmara. Contos tradicionais do Brasil. 17. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. P. 173-175.
                              Retirada da Fonte: HORTA, Maria Regina Figueiredo. Português: uma língua brasileira, 6º ano / Maria Regina Figueiredo Horta, Ligia Regina Máximo Cavalari Menna, Maria das Graças Vieira. - 1 ed. - São Paulo: Leya, 2012. - (Coleção português: uma língua brasileira) 
         

            DOM CAIO

     Era um alfaiate muito poltrão, que estava trabalhando à porta da rua: como ele tinha medo de tudo, o seu gosto era fingir de valente. Vai de uma vez viu muitas moscas juntas e de uma pancada matou sete. Daqui em diante não fazia senão gabar-se.
   - Eu cá mato sete de uma vez!
     Ora o rei andava muito aparvalhado, porque lhe tinha morrido na guerra o seu general Dom Caio, que era o maior valente que havia, e as tropas do inimigo já vinham contra ele, porque sabiam que não tinha quem mandasse a combatê-las. Os que ouviram o alfaiate andar a dizer por toda parte: "Eu cá mato sete de uma vez!" foram logo metê-lo no bico ao rei, que se lembrou de quem era assim tão valente seria capaz de ocupar o posto de Dom Caio. Veio o alfaiate à presença do rei, que lhe perguntou:
  - É verdade que matas sete de uma vez?
  - Saberá Vossa Majestade que sim.
  - Então nesse caso vais comandar as minhas tropas, e atacar os inimigos que já me estão cercando.
     Mandou vir o fardamento de Dom Caio e fê-lo vestir ao alfaiate, que era muito baixinho, e que ficou com o chapéu de bico enterrado até as orelhas; depois disse que trouxessem o cavalo branco de Dom Caio para o alfaiate montar. Ajudaram-no a subir para o cavalo, e ele já estava a tremer como varas verdes; assim que o cavalo sentiu as esporas botou à desfilada, e o alfaiate a gritar:
  - Eu caio, eu caio!
    Todos os que o ouviam por onde ele passava, diziam:
  - Ele agora diz que é Dom Caio; já temos homem.
     O cavalo, que andava costumado às escaramuças, correu para o sítio em que andava a guerreia, e o alfaiate com medo de cair ia agarrado às clinas, a gritar como desesperado:
  - Eu caio, eu caio!
     O inimigo assim que viu vir o cavalo branco do general valente, e ouviu o grito: "Eu caio, eu caio!" conheceu o perigo em que estava, e disseram os soldados uns para os outros:
  - Estamos perdidos, que lá vem o Dom Caio; lá vem o Dom Caio.
     E botaram a fugir em debandada: os soldados do rei foram-lhe no encalço e mataram eles, e o alfaiate ganhou assim a batalha só em agarrar-se ao pescoço do cavalo e em gritar: "Eu caio". O rei ficou muito contente com ele, e em paga da vitória deu-lhe a princesa em casamento, e ninguém fazia senão louvar o sucesso de Dom Caio pela sua coragem.

                     (BRAGA, Teófilo (org.). Contos tradicionais do povo português. Lisboa: Dom Quixote, 1994.)

                                Retirada, também, da Fonte: HORTA, Maria Regina Figueiredo. Português: uma língua brasileira, 6º ano / Maria Regina Figueiredo Horta, Ligia Regina Máximo Cavalari Menna, Maria das Graças Vieira. - 1 ed. - São Paulo: Leya, 2012. - (Coleção português: uma língua brasileira) 

CONTANDO SE APRENDE


 

ENSINO FUNDAMENTAL II

6º ANOS

LÍNGUA PORTUGUESA

 
PROJETO PEDAGÓGICO DE LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL

GÊNERO DISCURSIVO CONTO POPULAR

CONTANDO SE APRENDE


NATAL, 2015

1-    OBJETIVO GERAL
 
Analisar criticamente os diferentes discursos, inclusive o próprio, desenvolvendo a capacidade de avaliação dos textos.
 
2-    OBJETIVOS ESPECÍFICOS


·         Perceber a importância da oralidade na construção de sua cidadania;

·         Aprender as características do Gênero discursivo conto;

·         Criar textos originais, partindo dos que foram ouvidos;

·         Avaliar criticamente os textos do colega;

·         Interagir com o outro para juntos conquistarem um objetivo final em comum;

·         Despertar o interesse em participar ativamente da construção do conhecimento;

·         Aprender a usar as novas tecnologias da comunicação;

·         Superar a timidez, desenvolvendo a capacidade expressão oral e escrita.

 
3-    CONTEÚDOS

 Gênero discursivo conto popular.

O compadre da morte. Luís da Câmara Cascudo. Contos tradicionais do Brasil para jovens. São Paulo: Global, 2006.

Ananse vira o dono das histórias. Adwoa Badoe e Baba Wagué Diakité. Histórias de Ananse. São Paulo: SM, 2006.

Casa de Fazenda. Márcio Benjamin. Maldito Sertão. Natal: Jovens Escribas, 2015.

Contos pesquisados e trazidos pelos alunos.

Contos populares escritos pelos alunos.

Pontuação.

Classes gramaticais.

As pessoas do discurso.


4-    JUSTIFICATIVA

Há bem pouco tempo atrás, qualquer pessoa que soubesse ler e escrever estaria apta a ensinar. Isso acontecia em larga escala pelo interior do nosso país de extensão territorial continental, a classe dominante, por desejar manter-se no poder, não se interessava – ou não se interessa – em oportunizar aos menos favorecidos uma educação de qualidade que, realmente, dê condições do cidadão sair da situação precária em que se encontra através de seus próprios esforços por consequência de uma boa educação. Esse fato se concretiza tomando como base as concepções que permeiam o sistema capitalista estabelecido. Dessa forma pode-se visivelmente constatar que a educação pública não funciona, porque é concebida, em linhas gerais, pela classe dominante, para esse propósito.

            No entanto, uma Comunidade Escolar (professores, gestão democrática, pais e alunos) consciente, unida e disposta a enfrentar tal situação, pode, de maneira significativa, mudar essa realidade, para outra na qual uma escola pública seja proporcionadora de uma aprendizagem qualitativa e, altamente, eficiente.

            Por outro lado, o professor, como profissional da área educacional, depende de muitos fatores para poder conseguir realizar um trabalho satisfatório. Surge, então, o problema de como atrair a atenção do aluno para o que ele está tentando ensinar. Para Guzzo (1987), a competência, de forma geral, do aluno para a aprendizagem e o modo como ele apreende o conhecimento são elementos básicos no processo ensino-aprendizagem; processo este que busca a eficiência do planejamento a ser apresentado em sala de aula. É necessário que o docente consiga identificar as necessidades especiais de seus alunos, levando em consideração a sua vivência diária no seu meio social. As estratégias adequadas de ensino, os suportes tecno pedagógicos, a utilização das mídias são instrumentos fundamentais do professor no que se refere à eficiência de sua atuação.

            Buscando outro viés, os pensadores Dwyer e Villegas (1993) avaliam as circunstâncias diárias a que os professores são submetidos, principalmente na rede pública, como extremamente voltívolas, porque interagem com um grande número de alunos, que em contrapartida possuem características individuais diversas, experiências culturais distintas e, ainda, estão em níveis de desenvolvimento intelectual desiguais.        

            Diante de todos estes fatores, temos observado um afastamento, ainda que não proposital, e desvinculação da escola para uma realidade que não tem significação na vivência diária do aluno. Em outras palavras, as ações da escola não produzem efeitos de sentido real na vida de seu público-alvo, isto é, na vida dos alunos.

            Esse projeto busca tornar mais próximo, o quanto for possível, o que é aprendido na escola com a necessidade enfrentada pelo aluno. Isso representa um grande desafio, pois se apresenta dentro de um cenário deveras complexo.

 
5-    METODOLOGIA

    Aula 1, 2, 3, e 4: Reorganizar os grupos de cada turma;

Perguntar se eles gostam de ouvir histórias populares;

Informar como essas histórias eram contadas no passado;

Apresentar o planejamento dessa atividade com o cronograma;

Solicitar que a partir da próxima aula eles pesquisem, escrevam e tragam contos populares para essa atividade;

Cada grupo vai apresentar, seja através da leitura, seja através da representação teatral, um conto popular;

Após a apresentação, cada grupo vai criar e construir um conto popular inédito para apresentar no dia da Gincana Cultural;

Informar que essa atividade será substitutiva da prova do bimestre;

Copiar no quadro a ficha de avaliação que os grupos farão dos outros grupos (Em anexo);

Informar que, se eles quiserem, podem fazer a interpretação teatral do conto popular;

Apresentar um resumo com as características básicas do Gênero discursivo conto (Página 128 do Livro Didático);

Solicitar que venham caracterizados no dia da leitura;

Escolha voluntária dos sonoplastas que auxiliaram a leitura lúdica do texto;

Iniciar com a leitura lúdica, com os voluntários fazendo a sonoplastia e ambientação da história, do primeiro texto;

Ler o segundo texto para que eles vejam como eles deverão ou poderão fazer suas apresentações;

Abrir o debate sobre os textos, comparando para sentir de qual gostaram mais, e captar suas impressões sobre essa aula.

 Aula  5, 6, 7, e 8: Iniciar a apresentação dos contos de cada grupo;

Após a apresentação de cada grupo, discutir a participação de todos na apresentação, e receber as fichas de avaliação dos grupos;

Qual foi a intenção principal desse texto? Divertir ou passar um ensinamento?

Qual foi o clímax da história na opinião deles?

O desfecho já era esperado? Foi fácil de prever?

Qual (quais) foi (foram) o(s) protagonista(s)?

E o(s) antagonista(s)?

Em qual tempo aconteceu a história contada?

Reforçar o aviso que eles terão que começar a escrever o conto inédito;

Aula 9, 10, 11, e 12: Começo da escrita do conto popular inédito;

Orientar que eles podem perguntar uma história aos pais, aos avôs, ou a alguém mais velho da comunidade;

 Incentivar o aperfeiçoamento da escrita, lembrando que os trabalhos ficarão expostos no blog do professor, e, portanto, devem ter um cuidado maior.

 
Aula 13, 14, 15, e 16: Análise Linguística dos textos produzidos;

Elencar as maiores dificuldades de escrita observada e compartilhar com a turma o aperfeiçoamento delas;

Esse Gênero discursivo impõe a necessidade de usarmos muitos verbos no passado;

Conceito então que podemos chegar dessa palavra?

 E, se tirarmos os Adjetivos e as Locuções Adjetivas dessas histórias como ficaria?

 
Aula 17, 18, 19, e 20: Ensaios para apresentação das histórias inéditas na Gincana do Estudante;

Enquanto uns grupos ensaiam na sala de aula, outros vão publicar os textos no blog do professor (devido ao fato do Laboratório de Informática da escola não comportar toda a turma);

Avaliação da importância dessa atividade pelos alunos.

   
6-    RECURSOS

 Cópias de textos;

Pincel p/ quadro branco;

Quadro branco;

Livro Didático;

Caneta;

Caixinha de som;

Microfone;

Computadores com internet.

 
7-    AVALIAÇÃO

 

Em geral, os alunos buscam corresponder às expectativas de aprendizagem quando encontram um clima favorável de trabalho, no qual a avaliação e a observação do caminho por eles percorrido seja, de fato, instrumento de auto-regulação do processo de ensino-aprendizagem. (MEC/SEF, 1998, p. 94)

A avaliação será contínua e formativa. Para compor a nota da atividade dividiremos a nota em três aspectos: Apresentação, criação e escrita do texto inédito e apresentação do texto inédito.

A apresentação valerá 3,0 pontos. Um ponto pela avaliação do professor. Somados a dois pontos na média pela avaliação dos grupos.

A criação e a escrita do texto inédito valerão 4,0 pontos.

A apresentação e exposição no blog do texto valerá 3,0.

 

8-    REFERÊNCIAS

 BAGNO, Marcos et alli. Práticas de letramento no enisno: leitura, escrita e discurso. São Paulo: Parábola, 2007.

 

BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In:_____. Estética da criação verbal. São Paulo:  WFM Martins Fontes, 2011.

 

BRASIL, Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Estrangeira. 6º ao 9º ano. Brasília: MEC/SEF, 1998.

 

DELMANTO, Dileta. Jornadas.port – Língua Portuguesa, 6º  ano / Dileta Delmanto, Laiz B. de Carvalho -2 ed. - São Paulo: Saraiva, 2012.

 

DWYER, C. A., & VILLEGAS, A. M. (1993). Guiding conceptions and assessment principles. Educational Testing Service, 1-12. Kansas, 1993.

 

 

FREIRE, Paulo Reglus Neves. Educação e atualidade brasileira. Tese de concurso para a cadeira de história e filosofia da educação na Escola de Belas Artes de Pernambuco. Recife, 1959.

 

GUZZO, R. S. L. Dificuldades de aprendizagem: Modalidade de atenção e análise de tarefas em materiais didáticos. Tese de Doutorado da Universidade de São Paulo. São Paulo: USP, 1987.

 

KLEIMAN, A. B. (Org.). A formação do professor. Campinas: Mercado das Letras, 2001.

 

LOPES-ROSSI, Maria Aparecida Garcia. Gêneros discursivos no ensino de leitura e produção de textos. IN: Gêneros textuais: reflexões e ensino / Acir Mário Karwoski, Beatriz Gaydeczka, Karim Siebeneicher Brito (orgs.) – 3 ed. rev. – Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.

 

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

 ____________. A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. Campinas: Mercado das Letras, 2001

           SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

VYGOTSKY, Lev. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins, 2007.

 
9-    ANEXOS


GÊNERO DISCURSIVO CONTO POPULAR

FICHA DE AVALIAÇÃO DOS GRUPOS

 

Turma:_______________

Nome do Grupo:_____________________________________________________

Título do texto:______________________________________________________

 

1-    Intenção principal do texto?

(   ) Divertir o ouvinte          (   ) Passar um ensinamento

2-    Situação inicial?

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

3-    Complicação

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

4-    Clímax?

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

5-    Desfecho?

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

6-    Protagonistas? (   ) Tem

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

7-    Antagonistas? (   ) Tem

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

8-    Linguagem falada?

(   ) Informal  (   ) Mais ou menos (   ) Formal

9-    Expressão corporal do grupo:

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

10-  Nota da apresentação do grupo:

(   ) Vermelha           (   ) Azul         (   ) Verde

 


GÊNERO DISCURSIVO CONTO POPULAR

FICHA DE AVALIAÇÃO DO TEXTO INÉDITO ESCRITO DOS GRUPOS

 

Turma:_______________

Nome do Grupo:_____________________________________________________

Título do texto:______________________________________________________

 

1-    Intenção principal do texto inédito escrito?

(   ) Divertir o ouvinte          (   ) Passar um ensinamento

2-    Situação inicial?

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

3-    Complicação

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

4-    Clímax?

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

5-    Desfecho?

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

6-    Protagonistas? (   ) Tem

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

7-    Antagonistas? (   ) Tem

(   ) Chata      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

8-    Linguagem escrita?

(   ) Informal  (   ) Mais ou menos (   ) Formal

9-    Humor, terror ou beleza do texto do grupo:

(   ) Chato      (   ) Interessante       (   ) Show de bola

10-  Nota do texto escrito inédito do grupo:

(   ) Vermelha           (   ) Azul         (   ) Verde